terça-feira, 24 de abril de 2018

Amargassauro

Nome: Amargassauro ("Lagarto de La Amarga").
Nome Científico: Amargasaurus cazaui.
Época: Cretáceo.
Local: América do Sul.


 O único fóssil conhecido de amargassauro foi descoberto em fevereiro de 1984 na Formação La Amarga na Província de Neuquén, na Patagônia, Argentina. Ele foi encontrado por Guillermo Rougier em uma expedição liderada pelo famoso paleontólogo argentino José Bonaparte. Essa expedição, que fazia parte do projeto chamado de Vertebrados Terrestres do Jurássico e Cretáceo da América do Sul, foi financiada pela National Geographic Society a partir de 1975. Os fósseis de amargassauro estavam quase completos, o que fez desse animal um dos saurópodes mais bem descritos de sua época.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Arthropleura

Créditos: G. Resenarne.
Nome: Arthropleura ("Costelas Articuladas").
Local: América do Norte e Escócia.
Época: Carbonífero.

 O arthropleura foi um gigantesco miriápode que habitou a Escócia e o nordeste da América do Norte durante o período Carbonífero, entre 315 e 299 milhões de anos atrás. Esse gênero de centopeias gigantes contava com 7 espécies, que variavam muito de tamanho, desde 30 centímetros até quase 3 metros de comprimento. O gênero foi nomeado em 1854.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Unayssauro

Arte por Maurílio Oliveira.
Nome: Unayssauro ("Lagarto de Água Negra").
Nome Científico: Unaysaurus tolentinoi.
Época: Triássico.
Local: América do Sul.


 O unayssauro foi o primeiro prossaurópode descoberto no Brasil, além de ser um dos mais antigos dinossauros brasileiros já descobertos. Seus fósseis foram encontrados no Sítio Paleontológico de Água Negra, na Formação Caturrita (na Bacia do Paraná) em São Martinho da Serra, interior do Rio Grande do Sul. Seu esqueleto foi descoberto por acaso pelo aposentado Tolentino Marafiga em 1998, à beira da estrada de terra em que caminhava. Em 2004, o animal foi descrito pelos paleontólogos Luciano A. Leal, Sergio A. K. Azevedo, Alexander W. A. Kellner e Atila A. S. da Rosa em uma coletiva de imprensa, com um artigo publicado na revista científica Zootaxa no mesmo ano. Os fósseis consistiam em um crânio quase completo, ossos da coluna e membros, ainda conectados em sua posição natural. Isso torna o unayssauro um dos dinossauros brasileiros com o fóssil mais completo já encontrado.

domingo, 8 de abril de 2018

Análise - Os Cavaleiros dos Dinossauros

Título: Os Cavaleiros dos Dinossauros.
Autor: Victor Milán.
Editora: Darkside Books.
Número de Páginas: 478.
Sinopse: O Paraíso é um mundo extenso, diversificado, muitas vezes cruel, onde cavaleiros blindados conduzem legiões de tricerátopos treinados para a guerra. Karyl Bogomirsky é um cavaleiro que optou por reunir aqueles que buscam uma saída para a jornada de guerra e loucura. Mas o Império de Nuevaropa anunciou uma cruzada religiosa contra as pessoas que desejam viver em paz. Todos devem ser convertidos ou destruídos. As coisas tomam  um rumo surpreendente quando os temidos Anjos Cinzas, antiquadas armas dos deuses que criaram o Paraíso, surgem em cena após quase um milênio. Todos achavam que se tratava de fábula, mas eles são muito reais. E vieram para livrar o mundo do pecado... incluindo grande parte da humanidade.


 Dinossauros montados por cavaleiros medievais em um mundo fantástico: se há combinação mais épica que essa, ainda não a conheci. E foi justamente essa temática que logo me atraiu para as obras do autor Victor Milán. E olha, Milán consegue transformar essa premissa em uma fantasia épica sem que ela caía na infantilidade. Os Cavaleiros de Dinossauros é uma fantasia visceral, recheada com muitas conspirações políticas, batalhas sangrentas e personagens carismáticos.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Descoberto fóssil de ictiossauro grávida de oito filhotes

Reconstituição do ictiossauro grávido de oito filhotes. (Créditos: Nobumichi Tamura)

 Em 2010, o colecionador de fósseis inglês Martin Rigby coletou parte do esqueleto de um ictiossauro perto da cidade de Whitby, no condado de North Yorkshire, na Inglaterra. Algum tempo depois, o colecionador cedeu o esqueleto para a Universidade de Manchester, onde fizeram uma descoberta curiosa: não só era uma fêmea de ictiossauro grávida, como ela estava grávida de 8 filhotes!


terça-feira, 3 de abril de 2018

Espécie de lagarto extinto tinha quatro "olhos"

Fóssil do Saniwa ensidens ao lado do fóssil de um peixe. (Créditos: Anne Petersen/Flickr)


 Em 1871, um fóssil bem preservado de um lagarto foi encontrado no estado do Wyoming, nos EUA. O animal, nomeado de Saniwa ensidens, havia sido fossilizado por inteiro e pertencia a um gênero extinto de lagarto monitor que viveu durante o Eoceno, entre 49 e 47 milhões de anos atrás. Porém, usando novas tecnologias de varredura com raios X e de tomografia computadorizada, foi possível identificar uma característica única desde animal: a presença de quatro "olhos".

Beelzebufo

Créditos: Shutterstock / Dirk Ercken.
Nome: Beelzebufo ("Sapo Demônio").
Nome Científico: Beelzebufo ampinga.
Época: Cretáceo.
Local: Madagascar.


 Os primeiros fósseis de beelzebufo, que correspondiam a fragmentos de seu crânio, foram recuperados da Formação Maevarano, em Madagascar, em 1993, pelo paleontólogo David W. Krause, da Universidade Stony Brook em Nova York. Porém, foi apenas em 2008 que Krause, Susan E. Evans e Marc E. H. Jones conseguiram descrever o animal em uma publicação na revista PNAS. Até agora, 75 fragmentos fósseis desse animal já foram encontradas.